James Hetfield

Nem só de solos vivem os guitarristas. E James Hetfield mostra que é possível ser destaque fazendo “apenas” a base.  Vocalista e frontman do Metallica, James Hetfield é reconhecido como um verdadeiro riffmaster. Suas bases são, muitas vezes, quebradas, agressivas e melódicas. Mesmo tendo Kirk Hammett para fazer os solos de sua banda, James não fica nada atrás quando se fala em qualidade de som.

Em 1996 fui apresentado ao Metallica por um colega de escola. Ouvi pela primeira vez o álbum apelidado de “disco preto”, que officialmente chama-se “Metallica”. Embalado por clássicos como Enter Sandman, Unforgiven e Nothing Else Matters, a melodia e o peso dos riffs fizeram com que, por muito tempo, eu preferisse tocar guitarra base ao invés de guitarra solo.

Em entrevista à Guitar Center, James fala que sua maior influência neste sentido foi Tony Iommi, do Black Sabbath. Com o passar do tempo, Hetfield desenvolveu seu estilo próprio, definido por ele como “tocar bateria na guitarra”, fazendo referência a sua forma percussiva de compor.

Até hoje, posso me considerar “fã” de apenas duas bandas. A primeira foi o Guns ‘N’ Roses; a segunda, Metallica. Não sei apontar qual o melhor álbum deles, pois cada música, cada disco me afetou de forma diferente, em diferentes momentos de minha vida. Mas a versão de Outlaw Torn, com a orquestra sinfônica de São Francisco é uma das melhores músicas do Metallica, na minha opinião.

 

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